Quem cuida da segurança pública também precisa ser escutado.
A parceria entre o SINDPOL/MG e a Sociedade Psicanalista Summus de Minas Gerais abre às filiadas, aos filiados e aos seus familiares a possibilidade de fazer análise, presencialmente em Pará de Minas ou online, além de cursos voltados à escuta e à palavra.
Diga que você é filiado. O primeiro encontro não tem custo.
O que está disponível para quem é filiado
- Análise para filiados e familiares. O atendimento se estende à família. Muitas vezes é em casa que o desgaste do trabalho aparece primeiro.
- Presencial ou online. Presencial no Centro de Pará de Minas e online por videochamada, para quem está em outra cidade ou trabalha em escala.
- Cursos de escuta e de fala. Formações voltadas à comunicação no trabalho, como “A Arte do Bem Dizer”, idealizado pela Dra. Janise Pedra.
Como isso começou
O SINDPOL/MG firmou parceria com a Sociedade Psicanalista Summus de Minas Gerais para que filiados e familiares possam fazer análise, presencialmente em Pará de Minas ou online. Junto disso vieram os cursos, pensados para trabalhar escuta e comunicação dentro de um ambiente onde falar nem sempre é simples.
Atendo por essa parceria como psicanalista da Summus, e trato o que se conversa ali exatamente como trato qualquer análise: em sigilo, sem relatório para instituição nenhuma, sem prontuário circulando. O sindicato viabiliza o acesso. O que acontece na sessão não sai dela.
22 de maio de 2024
Visita à Delegacia Regional de Pará de Minas
A convite do delegado Ederson Gonçalves da Silva, estive na Delegacia Regional com a Dra. Janise Pedra e a Dra. Adriana Cardoso para conversar com as equipes sobre saúde mental no trabalho policial.
07 de junho de 2024
Primeira aula de “A Arte do Bem Dizer”
Começou a primeira turma do curso para o SINDPOL/MG, uma idealização da Dra. Janise Pedra, fundadora da Summus, voltada a técnicas de escuta e de fala inteligente.
Existe um tipo de coisa que só se sustenta calado até certo ponto. Depois disso, ou ela encontra um lugar para ser dita, ou encontra o corpo.
O que não cabe no plantão
Quem trabalha na segurança pública convive com cenas que a maior parte das pessoas nunca vai ver, e com uma exigência de firmeza que não combina com pedir ajuda. Some a isso a escala, o risco e a burocracia, e o resultado é um acúmulo que quase nunca encontra onde ser falado.
Em geral não se fala em casa, para não levar o trabalho para dentro. Também não se fala na equipe, porque na equipe é preciso continuar sendo alguém confiável. O que sobra é aguentar, e aguentar por muito tempo cobra um preço. Ele aparece no sono, no humor, na bebida, no corpo, na paciência que acabou antes da hora, no distanciamento de quem está por perto.
A análise oferece um lugar diferente desses dois. Não sou seu colega, não sou sua chefia, não avalio o seu desempenho e não tenho nada a relatar sobre você. É um espaço em que a preocupação, a angústia e o medo podem ser ditos sem consequência, e onde aquilo que se repete sem explicação começa a ganhar sentido.
Cuidar da própria saúde mental não é fraqueza nem afastamento. É o que permite continuar fazendo um trabalho difícil sem ser destruído por ele, e é também uma forma de cuidado com quem está do seu lado.
São três passos, e o primeiro é só uma conversa
- 01. Me chame no WhatsApp. Diga que você é filiado ao SINDPOL/MG. Não precisa explicar o motivo por mensagem.
- 02. Marcamos o primeiro encontro. Ele não tem custo. É nele que conversamos sobre horário, frequência, valor e como o trabalho acontece.
- 03. Você decide depois. Se fizer sentido, combinamos o início. Se não fizer, digo com clareza e, quando for o caso, indico outro profissional.
O que os filiados costumam perguntar
O sindicato fica sabendo que eu estou em análise?
Não. O sindicato viabiliza o acesso e nada mais. Não existe relatório, lista de presença, prontuário circulando nem qualquer retorno meu para a instituição, e isso vale igualmente para a sua chefia e para a corporação. O que acontece na sessão fica na sessão.
Quem pode ser atendido por essa parceria?
Filiadas e filiados ao SINDPOL/MG e seus familiares. O atendimento se estende à família porque muitas vezes é em casa que o desgaste do trabalho aparece primeiro.
Trabalho em escala. Dá para fazer análise assim?
Dá. O atendimento acontece de segunda a sexta, das 15h às 21h, presencial em Pará de Minas ou online por videochamada. O horário fixo semanal é o que eu proponho no início, e a escala entra na conversa do primeiro encontro.
Onde acontecem as sessões?
Presencialmente na Rua Sete de Setembro, 41, sala 101R, Centro, em Pará de Minas, e online por videochamada para quem está em outra cidade.
O primeiro encontro tem custo?
Não tem. É nele que conversamos sobre horário, frequência, valor e como o trabalho acontece, e é depois dele que você decide se quer começar.
A parceria no site do SINDPOL/MG
“Delegacia de Pará de Minas recebe Sociedade Summus para suporte terapêutico”, publicado no site do SINDPOL/MG.
Se você é filiado, a porta já está aberta
Você não precisa chegar sabendo explicar o que está acontecendo. Pode chegar dizendo que não sabe por onde começar, e a gente começa por aí. O primeiro encontro não tem custo.
Rua Sete de Setembro, 41, sala 101R, Centro
Pará de Minas (MG)
Segunda a sexta, das 15h às 21h
(37) 99117-8189
contato@jhonatanmaciel.com.br